Best for Last

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Adele

Wait, do you see
My heart on my sleeve?
It’s been there
For days on end and
It’s been waiting for you
To open up
Just you baby, come on now
I’m trying to tell you just how
I’d like to hear the words
Roll out of your mouth finally
Say that it’s always been me

This made you fell the way
You’ve never felt before
And I’m all you need
And that you never want more
Then you’d say all
Of the right things
Without a clue
But you’d save
The best for last
Like I’m the one for you

You should know
That you’re just a temporary fix
This is not rooted with you
It don’t mean that much to me
You’re just a filler in the space
That happened to be free
How dare you think
You’d get away
With trying to play me

Why is it everytime
I think I’ve tried my hardest
It turns out it ain’t enough
Cause you’re still
Not mentioning love
What am I supposed to do
To make you want me properly?
I’m taking these chances
And getting away
And though I’m trying
My hardest you go back to her
And I think that I know
Things may never change
I’m still hoping one day
I might hear you say

I make you feel the way
You’ve never felt before
And I’m all you need
And that you never want more
Then you’d say all
Of the right things
Without a clue
But you’d save
The best for last
Like I’m the one for you

You should know
That you’re just a temporary fix
This is not rooted with you
It don’t mean that much to me
You’re just a filler in the space
That happened to be free
How dare you think
You’d get away
With trying to play me

But, despite
The truth that I know
I find it hard to let go
And give up on you
Seems I love the things you do
Like the meaner you treat me
The more eager I am
To persist
With this heartbreak
And running around
And I will do unitl I
Find myself with you

And make you feel a way
You’ve never felt before
And be all you need
So that you never want more
Then we’ll say all
Of the right things
Without a clue
And you’ll be the one for me
And me the one for you

Viagem

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Falta menos de uma semana para minha primeira viagem “para o estrangeiro”. Dia 29/05, às 19h do Horário de Brasília, Helder e eu partimos rumo à Grã-Bretanha \o/

Já está quase tudo pronto: passaporte, passagens, comprovantes de reservas de hotéis, apólices de seguro, alguns ingressos de atrações já foram comprados, roupas de frio separadas…

Roupas de frio!? Pois é, deem uma olhada na previsão do tempo:

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CDHP 27

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Baseado no Survey Skills Development Course do Statistics Canada, o Curso de Desenvolvimento de Habilidades em Pesquisa (CDHP) se propõe a fornecer aos participantes uma visão abrangente de todo o processo de planejamento e execução de uma pesquisa domiciliar por amostragem. Partindo de uma demanda específica apresentada por um cliente, os alunos desenvolvem, em curto espaço de tempo, um projeto, executam a pesquisa e apresentam, sob forma de relatório, os resultados da pesquisa realizada em condições reais.

São 6 semanas para fazer uma pesquisa completa. Plano tabular, plano amostral, questionário, programa de entrada de dados, divulgação, coleta de dados, análise de dados, apresentação dos resultados. Geralmente, sãlo 25 alunos divididos em 5 grupos: Tema, Amostra, Questionário, Sistema e Campo. Só que a 27ª edição começou com 22 alunos e terminou com 21 (um dos alunos quebrou o pé). A meta do CDHP é mostrar todas as etapas de uma pesquisa dentro do IBGE, e os grupos, com seus instrutores, espelham quase perfeitamente algumas áreas do Instituto. Digo ‘algumas’ porque o foco foi pesquisa domiciliar e isso é só uma parte de tudo que o IBGE faz.

O curso é cansativo, claro. É muita coisa em pouco tempo. A orientação é que você dê preferência para participar de um grupo com tarefas “desconhecidas” para você. A julgar pelos instrutores, o grupo Tema corresponde à área em que estou no IBGE, portanto este foi pro final da minha lista. De Amostra eu sei toda a teoria. Com Questionário e Sistema não trabalhei diretamente, mas tenho uma noção boa de como funciona. Sobrou o número 1 na minha lista de preferência: Campo.

Tem muito analista por aí que subestima a importância da equipe que coleta dados. O cara fica o dia inteiro na frente do computador fazendo plano tabular e questionário e ignora que certas coisas não funcionam em campo. Por exemplo, não adianta querer saber a renda exata do domicílio; se as pessoas mal respondem a faixa de renda, imagina responder um valor exato! Eu já suspeitava, e agora tenho certeza: a coleta de dados é uma das etapas mais importantes de uma pesquisa e, até na hora de escrever o questionário, você tem que saber qual a melhor forma de redigir uma pergunta, senão o entrevistado pode interpretar errado e responder errado (o treinamento do entrevistador também influencia isto, mas o ideal é não haver margem para outras interpretações).

No CDHP, os instrutores de Campo são cheios de histórias pra contar. Não só histórias de campo (“perdi uma entrevista porque o sujeito estava indo levar a esposa pra maternidade”), mas também histórias de discussões com quem formulou a pesquisa e/ou escreveu o questionário (a questão da renda é sempre polêmica, os analistas querem números exatos, o pessoal de campo sabe que isso é quase impossível, que a taxa de não-resposta vai ser grande demais). Apesar de todo o trabalho, me diverti muito durante essas 6 semanas principalmente por causa dos instrutores e só não falo dos instrutores dos outros grupos porque não tive tanto contato com eles.

Rola uma certa pressão na primeira semana, “nenhum CDHP deu errado até hoje”, mas no final deu tudo certo.

Águas de Março

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Tom Jobim e Elis Regina

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma ponta, é um ponto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

Pau, -edra, -fim, -inho,
-esto, -oco, -ouco, -inho,
-aco, -idro, -ida, -ol,
-oite, -orte, -aço, -zol

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

~~~~

Porque esta música só faz sentido no Rio de Janeiro =P

The Lizzie Bennet Diaries

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http://www.lizziebennet.com/

The Lizzie Bennet Diaries (LBD) é uma adaptação moderna do mais famoso livro de Jane Austen, Orgulho e Preconceito. A história se passa na Califórnia e Lizzie é uma jovem de 24 anos que está tentando terminar sua graduação em “mass comunications”. Inicialmente, o motivo para o vlog é que ele será o tema do TCC dela.

A série começou em abril do ano passado, mas eu só a descobri há algumas semanas. Enrolei um pouco pra começar a ver porque aparentemente não existem legendas em português, mas no fim a curiosidade foi maior e meu listening não é tão ruim assim. Não faz uma semana que comecei a ver e já estou no episódio 70. Devo alcançar o ‘presente’ até o final de semana.

Como é uma adaptação para os dias atuais, várias mudanças aconteceram. São 3 irmãs Bennet, em vez de 5, Jane, Lizzie e Lydia. Bingley virou Bing Lee (=B) e é um estudante de medicina. Eles moram na Califórnia. Mas outras coisas continuam as mesmas: Mrs Bennet quer casar as filhas a qualquer custo e Mr Bennet ainda é awesome.

De longe, a minha maior surpresa foi com Lydia. A adaptação dela está perfeita, e eu não sei se a amo ou odeio. Só posso dizer que a atriz, Mary Kate Wiles, é ótima. (notem que ela é fã de SdA =P)

Outra coisa bem legal é que fizeram twitters para quase todos os personagens, e eles interagem com os fãs como se fossem pessoas reais. O melhor exemplo é quando Bing Lee vai pra Los Angeles, partindo o coração de Jane: http://www.lizziebennet.com/los-angeles-bound/

Enfim, quase todo mundo sabe o que acontece na história, mas não vou falar demais pra não estragar o ‘como acontece’.

A maioria dos videos têm legenda em inglês (além da automática bizarra), então dá pra entender um pouco melhor o que está sendo dito.

É muito divertido, vejam! \o/

Unhas de Carnaval: Models Own WAH Nail Wraps Roses

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Oi, meu nome é Isabel, e faz 8 dias que não tiro as cutículas! Confesso que cutuquei um pouquinho em um momento de stress no trabalho,  mas nada comparado aos bifes que arrancava antes.

Mas este post não é pra falar das cutículas, é pra falar dos adesivos de unha que usei.

São 20 adesivos de 10 tamanhos diferentes e uma lixa para aparar

São 20 adesivos de 10 tamanhos diferentes e uma lixa para aparar

Comprei no próprio site da Models Own junto com dois esmaltes por puro consumismo. Tem melhor momento que o Carnaval para usar estas flores? =P

Li alguns reviews antes de fazer a aplicação e descobri casos em que os adesivos duraram um dia e casos em que duraram uma semana nas unhas. Uma garota levantou a hipótese de que o formato das unhas influencia na qualidade/duração desses adesivos. Ok, vou ter que descobrir como fica sozinha.

Passei uma camada de Aqua Base (Nfu Oh) porque esta base promete uma aderência melhor e porque minhas unhas têm ondinhas, esperei secar bem e comecei a colar os adesivos. O primeiro foi o pior, pois fiquei com medo de “cortar” o adesivo com a lixa e usei uma tesoura. Também pesei a mão na camada de top coat (Seche Vite), deixando o resultado meio grosseiro. A sequência de passos era: adesivo, apara com a lixa, passa top coat.

Primeira mão

Primeira mão

A hipótese de que o formato da unha influencia é válida, pois eu tenho unhas de formatos diferentes e algumas ficaram lisinhas, enquanto outras ficaram com algumas rugas. Depois de colar os adesivos nas 10 unhas, passei mais uma camada de Seche Vite em todas elas, limpei os cantinhos e passei óleo secante para hidratar as cutículas.

Resultado

Resultado

Resultado

Gostaram? =D

PS: pra quem quer saber como cuidar das cutículas, a Eve, do blog Tudo Sobre Esmaltes, fez dois posts bem legais aqui e aqui.

John Boyne

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Na parte de Literatura do Fórum Valinor, existe um projeto chamado Autor da Semana, onde os usuários indicam um autor de sua preferência e uma enquete decide qual será o da semana. O usuário que indicou o autor é responsável por abrir um tópico sobre o mesmo. Eventualmente, o autor que eu indico é escolhido.

John Boyne nasceu em 30 de abril de 1971 em Dublin, Irlanda. Estudou Literatura Inglesa no Trinity College, Diblin, e Escrita Criativa na University of East Anglia, Norwich.
Inicialmente, escrevia contos e publicava muitos deles, chegando a ganhar prêmios. No total, já publicou cerca de 70 contos.
Em 2006, o romance “O menino do pijama listrado” virou um filme ganhador de prêmios. O livro também ganhou vários prêmios e passou várias semanas no topo da lista de mais vendidos na Irlanda, nos EUA e na Espanha. Mundialmente, bendeu mais de cinco milhões de cópias.
Em abril de 2012, no Hennessy Literary Awards em Dublin, foi introduzido no ‘Hall of Fame’ por seu trabalho.
No Brasil, seus livros são publicados pela Companhia das Letras.

Bibliografia

Romances:

  • The Thief of Time (2000)
  • The Congress of Rough Riders (2001)
  • Crippen (2004)
  • Next of Kin (2006)
  • Mutiny On The Bounty (O Garoto no Convés) (2008)
  • The House of Special Purpose (O Palácio de Inverno) (2009)
  • The Absolutist (O Pacifista) (2011)
  • This House Is Haunted (será publicado em 2013)

Romances Juvenis:

  • The Boy In The Striped Pyjamas (O Menino do Pijama Listrado) (2006)
  • Noah Barleywater Runs Away (Noah foje de casa) (2010)
  • The Terrible Thing That Happened To Barnaby Brocket (2012)

Prêmios:

  • 1993: Shortlist – Hennessy Literary Award
  • 1995: Winner – The Curtis Brown Award
  • 2000: Longlist – The Irish Times Literature Award
  • 2004: Shortlist – Hughes & Hughes Irish Novel of the Year Award
  • 2006: Shortlist – British Book Award, the Border’s New Voices Award, the Ottakar’s Children’s Book Prize, the Paolo Ungari Literary Award (Italy)
  • 2007: Longlist – The Carnegie Medal
  • 2007: Shortlist – Irish Novel of the Year Award, the Leeds Book Award, the North-East Book Award, the Berkshire Book Award, the Sheffield Book Award, the Lancashire Book Award, Prix Farniente (Belgium), Flemish Young Readers Award, Independent Booksellers Book of the Year
  • 2007: Winner – Irish Book Awards: People’s Choice Book of the Year, Irish Book Award Children’s Book of the Year; Bisto Children’s Book of the Year
  • 2008: Nominated – the International IMPAC Literary Award
  • 2008: Shortlist – Deutschen Jugend Literatur Preis (Germany)
  • 2008: Winner – The Qué Leer Award for Best International Novel of the Year (Spain)
  • 2009: Winner – Orange Prize Readers Group Book of the Year
  • 2009: Named Honorary Patron of the University Philosophical Society, Trinity College, Dublin.
  • 2010: Shortlist – Irish Book Awards: Children’s Book of the Year
  • 2011: Shortlist – Sheffield Children’s Book Award, Hull Children’s Book Award
  • 2012: Longlist – The Carnegie Medal
  • 2012: Winner – Hennessy Literary Awards Hall of Fame
  • 2012: Shortlist – Irish Book Awards: Children’s Book of the Year

O que li dele:

O Menino do Pijama Listrado
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga.
Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

O Palácio de Inverno
Pode-se fugir da história? Será possível viver no anonimato após uma existência de fausto e glória? A vida comum é assim tão diferente da vida pública?
Geórgui Jachmenev passou a vida inteira se debatendo com essas questões, e agora, prestes a perder o grande amor de sua vida, tenta encontrar uma resposta para elas ao refletir sobre seu percurso num século XX que sempre lhe pareceu longo demais.
Seus feitos começaram cedo: aos dezesseis anos, em ação impulsiva e atabalhoada, o rapaz impediu um atentado contra a vida de ninguém menos que o grão-duque Nicolau Nicolaievitch, irmão do czar Nicolau II, que, agradecido, nomeou Geórgui o guarda-costas oficial de seu filho Alexei, destinado a ser o próximo czar. Uma reviravolta impressionante, que o levou da taiga russa para o fausto dos palácios moscovitas, cenário que, apesar da amplidão e luxo de seus imensos corredores, iria se revelar bem mais inóspito que os frios grotões de sua vida anterior.
A dura experiência com esse mundo gélido de intrigas palacianas, às quais sempre era jogado contra sua vontade, e de grandes tensões e responsabilidade só foi apaziguada com a chegada do primeiro amor, Zoia. Mas os tempos eram agitados, e a história deixou pouco espaço para idílios: quando a Revolução Bolchevique tomou de assalto o país, e isolou toda a família do czar numa casa de campo nos arredores de Ekaterinburg, mais uma vez Geórgui teve de agir rápido a fim de salvar a si e a Zoia. A vida com ela lhe custaria pátria, família e prestígio, e ele jamais se arrependeu disso – mas e para Zoia, o que teria custado?
Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, acompanhamos Geórgui em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história.

The Thief of Time
É 1758 e Matthieu Zela está saindo de Paris, indo para Dover, tendo acabado de presenciar o assassinato de sua mãe por seu padrasto.
Começando com morte e terminando com redenção, a vida de Matthieu é marcada por um fato extraordinário: antes do final do século XVIII, ele descobre que seu corpo parou de envelhecer. No final do século XX, ele é capaz de olhar para trás para uma vida vivida ao máximo. Foi engenheiro, trapaceiro, magnata do cinema, soldado, executivo da TV e amante de muitas mulheres.
Abrangendo dois séculos e meio, The Thief of Time passa por Hollywood na década de 1920, a Grande Exposição de 1851, a Revolução Francesa, a Quinta-feira Negra e muito mais em uma história de assassinato, trapaça, paixão e sedução.