The Lizzie Bennet Diaries

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http://www.lizziebennet.com/

The Lizzie Bennet Diaries (LBD) é uma adaptação moderna do mais famoso livro de Jane Austen, Orgulho e Preconceito. A história se passa na Califórnia e Lizzie é uma jovem de 24 anos que está tentando terminar sua graduação em “mass comunications”. Inicialmente, o motivo para o vlog é que ele será o tema do TCC dela.

A série começou em abril do ano passado, mas eu só a descobri há algumas semanas. Enrolei um pouco pra começar a ver porque aparentemente não existem legendas em português, mas no fim a curiosidade foi maior e meu listening não é tão ruim assim. Não faz uma semana que comecei a ver e já estou no episódio 70. Devo alcançar o ‘presente’ até o final de semana.

Como é uma adaptação para os dias atuais, várias mudanças aconteceram. São 3 irmãs Bennet, em vez de 5, Jane, Lizzie e Lydia. Bingley virou Bing Lee (=B) e é um estudante de medicina. Eles moram na Califórnia. Mas outras coisas continuam as mesmas: Mrs Bennet quer casar as filhas a qualquer custo e Mr Bennet ainda é awesome.

De longe, a minha maior surpresa foi com Lydia. A adaptação dela está perfeita, e eu não sei se a amo ou odeio. Só posso dizer que a atriz, Mary Kate Wiles, é ótima. (notem que ela é fã de SdA =P)

Outra coisa bem legal é que fizeram twitters para quase todos os personagens, e eles interagem com os fãs como se fossem pessoas reais. O melhor exemplo é quando Bing Lee vai pra Los Angeles, partindo o coração de Jane: http://www.lizziebennet.com/los-angeles-bound/

Enfim, quase todo mundo sabe o que acontece na história, mas não vou falar demais pra não estragar o ‘como acontece’.

A maioria dos videos têm legenda em inglês (além da automática bizarra), então dá pra entender um pouco melhor o que está sendo dito.

É muito divertido, vejam! \o/

John Boyne

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John Boyne nasceu em 30 de abril de 1971 em Dublin, Irlanda. Estudou Literatura Inglesa no Trinity College, Diblin, e Escrita Criativa na University of East Anglia, Norwich.
Inicialmente, escrevia contos e publicava muitos deles, chegando a ganhar prêmios. No total, já publicou cerca de 70 contos.
Em 2006, o romance “O menino do pijama listrado” virou um filme ganhador de prêmios. O livro também ganhou vários prêmios e passou várias semanas no topo da lista de mais vendidos na Irlanda, nos EUA e na Espanha. Mundialmente, bendeu mais de cinco milhões de cópias.
Em abril de 2012, no Hennessy Literary Awards em Dublin, foi introduzido no ‘Hall of Fame’ por seu trabalho.
No Brasil, seus livros são publicados pela Companhia das Letras.

Bibliografia

Romances:

  • The Thief of Time (2000)
  • The Congress of Rough Riders (2001)
  • Crippen (2004)
  • Next of Kin (2006)
  • Mutiny On The Bounty (O Garoto no Convés) (2008)
  • The House of Special Purpose (O Palácio de Inverno) (2009)
  • The Absolutist (O Pacifista) (2011)
  • This House Is Haunted (será publicado em 2013)

Romances Juvenis:

  • The Boy In The Striped Pyjamas (O Menino do Pijama Listrado) (2006)
  • Noah Barleywater Runs Away (Noah foje de casa) (2010)
  • The Terrible Thing That Happened To Barnaby Brocket (2012)

Prêmios:

  • 1993: Shortlist – Hennessy Literary Award
  • 1995: Winner – The Curtis Brown Award
  • 2000: Longlist – The Irish Times Literature Award
  • 2004: Shortlist – Hughes & Hughes Irish Novel of the Year Award
  • 2006: Shortlist – British Book Award, the Border’s New Voices Award, the Ottakar’s Children’s Book Prize, the Paolo Ungari Literary Award (Italy)
  • 2007: Longlist – The Carnegie Medal
  • 2007: Shortlist – Irish Novel of the Year Award, the Leeds Book Award, the North-East Book Award, the Berkshire Book Award, the Sheffield Book Award, the Lancashire Book Award, Prix Farniente (Belgium), Flemish Young Readers Award, Independent Booksellers Book of the Year
  • 2007: Winner – Irish Book Awards: People’s Choice Book of the Year, Irish Book Award Children’s Book of the Year; Bisto Children’s Book of the Year
  • 2008: Nominated – the International IMPAC Literary Award
  • 2008: Shortlist – Deutschen Jugend Literatur Preis (Germany)
  • 2008: Winner – The Qué Leer Award for Best International Novel of the Year (Spain)
  • 2009: Winner – Orange Prize Readers Group Book of the Year
  • 2009: Named Honorary Patron of the University Philosophical Society, Trinity College, Dublin.
  • 2010: Shortlist – Irish Book Awards: Children’s Book of the Year
  • 2011: Shortlist – Sheffield Children’s Book Award, Hull Children’s Book Award
  • 2012: Longlist – The Carnegie Medal
  • 2012: Winner – Hennessy Literary Awards Hall of Fame
  • 2012: Shortlist – Irish Book Awards: Children’s Book of the Year

O que li dele:

O Menino do Pijama Listrado
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga.
Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

O Palácio de Inverno
Pode-se fugir da história? Será possível viver no anonimato após uma existência de fausto e glória? A vida comum é assim tão diferente da vida pública?
Geórgui Jachmenev passou a vida inteira se debatendo com essas questões, e agora, prestes a perder o grande amor de sua vida, tenta encontrar uma resposta para elas ao refletir sobre seu percurso num século XX que sempre lhe pareceu longo demais.
Seus feitos começaram cedo: aos dezesseis anos, em ação impulsiva e atabalhoada, o rapaz impediu um atentado contra a vida de ninguém menos que o grão-duque Nicolau Nicolaievitch, irmão do czar Nicolau II, que, agradecido, nomeou Geórgui o guarda-costas oficial de seu filho Alexei, destinado a ser o próximo czar. Uma reviravolta impressionante, que o levou da taiga russa para o fausto dos palácios moscovitas, cenário que, apesar da amplidão e luxo de seus imensos corredores, iria se revelar bem mais inóspito que os frios grotões de sua vida anterior.
A dura experiência com esse mundo gélido de intrigas palacianas, às quais sempre era jogado contra sua vontade, e de grandes tensões e responsabilidade só foi apaziguada com a chegada do primeiro amor, Zoia. Mas os tempos eram agitados, e a história deixou pouco espaço para idílios: quando a Revolução Bolchevique tomou de assalto o país, e isolou toda a família do czar numa casa de campo nos arredores de Ekaterinburg, mais uma vez Geórgui teve de agir rápido a fim de salvar a si e a Zoia. A vida com ela lhe custaria pátria, família e prestígio, e ele jamais se arrependeu disso – mas e para Zoia, o que teria custado?
Numa narrativa fascinante, em que presente e passado vão convergindo em capítulos alternados, da Inglaterra dos anos Thatcher para a época dos czares russos, e dos anos difíceis da Segunda Guerra Mundial para o turbilhão da Revolução Bolchevique, acompanhamos Geórgui em meio a acontecimentos históricos decisivos que acabam por se revelar mero pano de fundo para uma história de amor que esconde um grande mistério, talvez maior mesmo que a própria história.

The Thief of Time
É 1758 e Matthieu Zela está saindo de Paris, indo para Dover, tendo acabado de presenciar o assassinato de sua mãe por seu padrasto.
Começando com morte e terminando com redenção, a vida de Matthieu é marcada por um fato extraordinário: antes do final do século XVIII, ele descobre que seu corpo parou de envelhecer. No final do século XX, ele é capaz de olhar para trás para uma vida vivida ao máximo. Foi engenheiro, trapaceiro, magnata do cinema, soldado, executivo da TV e amante de muitas mulheres.
Abrangendo dois séculos e meio, The Thief of Time passa por Hollywood na década de 1920, a Grande Exposição de 1851, a Revolução Francesa, a Quinta-feira Negra e muito mais em uma história de assassinato, trapaça, paixão e sedução.

Censo 2012

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Livros lidos:

1. O Herói Perdido (Heróis do Olimpo #1) – Rick Riordan
2. Cotoco – John Van de Ruit
3. Garfield – 2582 Tiras – Jim Davis
4. A Senhora da Magia – Marion Zimmer Bradley
5. A Grande Rainha – Marion Zimmer Bradley
6. O Gamo-Rei – Marion Zimmer Bradley
7. O Prisioneiro da Árvore – Marion Zimmer Bradley
8. As Aventuras de Sherlock Holmes – Sir Arthur Conan Doyle
9. O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë
10. Um Estudo em Vermelho – Sir Arthur Conan Doyle
11. O Signo dos Quatro – Sir Arthur Conan Doyle
12. O Nome do Vento – Patrick Rothfuss
13. A Dance with Dragons (A Song of Ice and Fire #5) – George R. R. Martin
14. The Hound of the Baskervilles – Sir Arthur Conan Doyle
15. Rainha do Inverno – Boris Akunin
16. E não sobrou nenhum… – Agatha Christie
17. A Pirâmide Vermelha – Rick Riordan
18. O Conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas
19. The Bad Beginning (A Series of Unfortunate Events, #1) – Lemony Snicket
20. The Reptile Room (A Series of Unfortunate Events, #2) – Lemony Snicket
21. The Wide Window (A Series of Unfortunate Events, #3) – Lemony Snicket
22. The Miserable Mill (A Series of Unfortunate Events, #4) – Lemony Snicket
23. The Austere Academy (A Series of Unfortunate Events, #5) – Lemony Snicket
24. Os Sofrimentos do Jovem Werther – Johann Wolfgang Von Goethe
25. The Ersatz Elevator (A Series of Unfortunate Events, #6) – Lemony Snicket
26. The Vile Village (A Series of Unfortunate Events, #7) – Lemony Snicket
27. The Hostile Hospital (A Series of Unfortunate Events, #8) – Lemony Snicket
28. The Carnivorous Carnival (A Series of Unfortunate Events, #9) – Lemony Snicket
29. The Slippery Slope (A Series of Unfortunate Events #10) – Lemony Snicket
30. The Grim Grotto (A Series of Unfortunate Events #11) – Lemony Snicket
31. The Penultimate Peril (A Series of Unfortunate Events #12) – Lemony Snicket
32. The End (A Series of Unfortunate Events #13) – Lemony Snicket
33. Lemony Snicket: The Unauthorized Autobiography (A Series of Unfortunate Events) – Lemony Snicket
34. The Beatrice Letters (A Series of Unfortunate Events) – Lemony Snicket
35. Lugar Nenhum – Neil Gaiman
36. The Hunger Games (The Hunger Games #1) – Suzanne Collins
37. Catching Fire (The Hunger Games #2) – Suzanne Collins
38. Mockingjay (The Hunger Games #3) – Suzanne Collins
39. O Filho de Netuno (Heróis do Olimpo #2) – Rick Riordan
40. The Thief of Time – John Boyne
41. O Enigma do Oito – Katherine Neville

——

Filmes vistos:

1. Midnight in Paris (2011) (2 vezes)
2. Meu Malvado Favorito (2010)
3. Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2 (2011)
4. Star Wars: Episode IV – A New Hope (1977)
5. Star Wars: Episode V – The Empire Strikes Back (1980)
6. Rio (2011)
7. Crimes and Misdemeanors (1989)
8. Sleeper (1973)
9. Pina (2011)
10. O Mágico de Oz (1939)
11. Enrolados (2010)
12. High Fidelity (2000)
13. Roman Holiday (1953)
14. Meu Vizinho Totoro (1988)
15. Harry Potter and the Chamber of Secrets (2002)
16. The Men Who Stare at Goats (2009)
17. The Avengers (2012)
18. Friends with Benefits (2011)
19. Say Anything… (1989)
20. To Rome with Love (2012)
21. Batman: The Dark Knight Rises (2012)
22. Valente 3D (Brave, 2012)
23. 12 Angry Men (1957)
24. Intouchables (2011)
25. Ted (2012)
26. Robot & Frank (2012)
27. Ruby Sparks (2012)
28. Uma história de amor e fúria (2012)
29. Looper (2012)
30. Argo (2012)
31. The Hobbit: An Unexpected Journey (2012)
32. Joyeux Noël (2005)

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Outros espetáculos:

1. Tatyana, Deborah Colcker – Teatro João Caetano
2. Cavalleria Rusticana (Ópera em Concerto) – Theatro Municipal do Rio de Janeiro
3. Swan Lake, Matthew Bourne (3D) – UCI New York City Center
4. Macbeth – Teatro dos Quatro
5. Coppélia (ballet) – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

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Livros adquiridos:

1. (Coleção) As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley – R$ 29,90 (submarino)
2. Um Estudo em Vermelho, Sir Arthur Conan Doyle – R$ 13,00 (fnac)
3. O Signo dos Quatro, Sir Arthur Conan Doyle – R$ 12,50 (fnac)
4. O Nome do Vento, Pratrick Rothfuss – presente
5. A Dance with Dragons, George R. R. Martin – presente
6. O Mestre e Margarida, Mikhail Bulgákov – R$ 41,90 (fnac)
7. O Arqueiro, Bernard Cornwell – R$ 34,90 (fnac)
8. O Andarilho, Bernard Cornwell – R$ 37,00 (fnac)
9. O Herege, Bernard Cornwell – R$ 34,90 (fnac)
10. A Pirâmide Vermelha, Rick Riordan – presente (amigo secreto de páscoa)
11. Lugar Nenhum, Neil Gaiman – presente
12. Rainha do Inverno, Boris Akunin – presente
13. The Hunger Games Trilogy, Suzanne Collins – R$ 77,70 (saraiva)
14. Mentes Ansiosas, Ana Beatriz Barbosa Silva – troca pelo skoob
15. O Temor do Sábio, Pratrick Rothfuss – presente
16. O Filho de Netuno, Rick Riordan – presente
17. Ulysses, James Joyce – presente (amigo secreto dia do amigo)
18. The Complete Wreck (A Series of Unfortunate Events, books 1-13), Lemony Snicket – US$ 106,64 (amazon)
19. Os Sofrimentos do Jovem Werther, Johann Wolfgang von Goethe – R$ 12,80 (fnac)
20. E não sobrou nenhum (O caso dos dez negrinhos), Agatha Christie – R$ 15,80 (fnac)
21. Jane Eyre, Charlotte Brontë – R$ 15,90 (fnac)
22. O Cão dos Baskerville, Sir Arthur Conan Doyle – R$ 12,80 (fnac)
23. The Thief of Time, John Boyne – presente
24. Poesia Errante – Carlos Drummond de Andrade – presente
25. Cinco Porquinhos, Agatha Christie – R$ 15,04 (travessa)
26. O Assassinato de Roger Ackroyd, Agatha Christie – R$ 15,52 (travessa)
27. O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas – R$ 34,90 (fnac)
28. Jane Austen 6-book Boxed Set – R$ 111,90 (fnac)
29. Drácula, Bram Stoker – troca pelo skoob
30. Feios, Scott Westerfeld – troca pelo skoob
31. Sepulcro, Kate Mosse – troca pelo skoob
32. The Beatrice Letters (A Series of Unfortunate Events), Lemony Snicket – US$ 15,48 (amazon) (lido)
33. Lemony Snicket: The Unauthorized Autobiography (A Series of Unfortunate Events), Lemony Snicket – US$ 14,46 (amazon) (lido)
34. Perfeitos, Scott Westerfeld – R$ 9,90 (skoob)
35. O Enigma do Oito, Katherine Neville – R$ 9,90 (skoob) (lido)
36. Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos (2 tomos), Irmãos Grimm – R$ 93,06 (travessa)
37. Sherlock Holmes 6-book Boxed Set – R$ 113,50 (fnac)
38. O Garoto no Convés, John Boyne – presente (amigo secreto de natal)

TOTAL: R$ 742,82 + US$ 136,58

Há 11 anos…

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Ia sair o primeiro filme de Harry Potter, o da Pedra Filosofal, e eu, como fã ansiosa, comprei uma edição da revista SET que tinha 20 páginas falando sobre o bruxinho. No final da reportagem, tinha uma lista de recomendação de outros autores e livros que poderiam agradar os fãs de Rowling, Tolkien estava lá e eu guardei a informação.

Semanas depois, saiu uma reportagem gigante no jornal O Estado de São Paulo sobre o filme O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, e minha curiosidade aumentou. Pedi O Hobbit e O Senhor dos Anéis de presente de natal, e meu pai comprou os livros no começo de dezembro. Comecei a ler logo para dar tempo de ler A Sociedade antes de ver o filme (li O Hobbit antes de SdA).

Morava em Guaxupé (MG) na época, e os filmes demoravam mais ou menos um mês pra chegar lá. Vi SdA em janeiro, numa tarde chuvosa, morrendo de medo de enchente (o cinema estava na região ‘inundável’ da cidade), e a energia acabou no meio do filme, mas voltou logo. No ano seguinte, aluguei os 2 VHS de SdA pouco antes de ir ver As Duas Torres. E, no outro ano, aluguei ADT antes de ir ver O Retorno do Rei. Aluguei RdR quando chegou na locadora. Não lembro direito, mas acho que vi os 3 filmes sozinha, todas as vezes. Se não, só devo ter tido companhia no primeiro, no cinema…

Anyway, foi no início de 2002 que comecei a procurar mais informações sobre os filmes na internet e encontrei a Valinor. Cheguei a me cadastrar na Lista de Discussão que tinha no Yahoo na véspera da entrega do Oscar, e quase morri com os quase 1000 emails não lidos na semana seguinte. Eu entrava na internet a cada duas semanas, mais ou menos, mas sempre dava uma passadinha no site da Valinor pra ver se tinha alguma novidade. Acabei me registrando no fórum em 2003, mas só comecei a postar em 2006. Hoje sou moderadora lá.

Esta semana estreia O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Minhas expectativas estão baixas porque o livro tem história pra um filme só, mas o Peter Jackson fez 3, com quase 3 horas de duração cada. Seja o que Eru quiser.

Lewis Carroll

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Na parte de Literatura do Fórum Valinor, existe um projeto chamado Autor da Semana, onde os usuários indicam um autor de sua preferência e uma enquete decide qual será o da semana. O usuário que indicou o autor é responsável por abrir um tópico sobre o mesmo. Eventualmente, o autor que eu indico é escolhido.

Charles Lutwidge Dodgson (27 de janeiro de 1832 – 14 de janeiro de 1898), mais conhecido pelo pseudônimo Lewis Carroll, foi um autor inglês, matemático, diácono Anglicano e fotógrafo. Suas obras mais famosas são Alice no País da Maravilhas e sua sequência Alice Através do Espelho, assim como os poemas de estilo nonsense.

Família

A família de Dodgson era predominantemente do norte inglês, com conexões irlandesas. Conservadores e anglicanos, a maioria dos ancestrais de Charles eram oficiais do exército ou clérigos da Igreja Anglicana. Seu bisavô, também chamado Charles Dodgson, chegou a ser Bispo de Elphin. Seu avô, outro Charles, foi capitão do exército e foi morto em ação na Irlanda em 1803, quando seus dois filhos eram apenas bebês. O nome de sua mãe era Frances Jane Lutwidge.

O mais velho desses dois bebês – mais um Charles Dodgson – era o pai da Carroll. Ele foi para o lado religioso da família e foi ordenado. Frequentou Westminster School, depois a Christ Church, Oxford. Ele era ótimo em matemática e ganhou um diploma duplo, o que poderia ser um prelúdio para uma carreira acadêmica brilhante. Em vez disso, ele casou com uma prima de primeiro grau em 1827 e se tornou pastor/vigário.

Charles Lutwidge nasceu no presbitério de Darebury em Cheshire, perto das cidades de Warrington e Runcorn. Era o menino mais velho, mas a terceira criança de um casamento de quatro anos e meio. Oito irmãos nasceram depois. Quando Charles tinha doze anos, seu pai foi trabalhar em Croft-on-Tees, North Yorkshire, e toda a família se mudou para uma casa espaçosa, onde ficaram por vinte e cinco anos.

O pai de Charles era um clérigo anglicano ativo e conservador, se tornou Arquidiácono de Richmond e se envolveu nas intensas disputas que dividiam a igreja. Charles Lutwidge desenvolveu uma relação ambígua com os valores prezados por seu pai e com a Igreja Anglicana como um todo.

Educação

Inicialmente, Dodgson foi educado em casa. Suas “listas de leitura”, encontradas no arquivo da família, apontam para um intelectual precoce: aos sete anos de idade a criança já lia O Peregrino. Ele era gago, assim como a maioria de seus irmãos, o que influenciou sua vida social por muitos anos. Aos doze anos, foi enviado para Richmond Grammar School.

Em 1846, o jovem Dodgson mudou para Rugby School, onde foi claramente menos feliz, mas foi um ótimo aluno, se destacando em matemática.

Ele deixou Rugby no final de 1849 e se matricoulou em Oxford em maio de 1850 como um membro da antiga faculdade de seu pai, Christ Church. Depois de esperar que algum quarto ficasse disponível na faculdade, foi morar lá em janeiro de 1851. Apenas dois dias depois da mudança, foi convocado para voltar pra casa, pois sua mãe havia falecido, aos quarenta e sete anos de idade.

Início de sua carreira acadêmica oscilava entre a promessa elevada e a distração irresistível. Ele nem sempre trabalhava duro, mas foi excepcionalmente talentoso e a realização veio fácil para ele. Em 1852, obteve honras de primeira classe em Mathematics Moderations, e foi pouco depois nomeado para uma Bolsa de Estudos pelo velho amigo de seu pai, Canon Edward Pusey. Em 1854, obteve honras de primeira classe na Final Honours School of Mathematics, graduando-se Bachelor of Arts. Ele permaneceu na Christ Church estudando e ensinando, mas no ano seguinte ele não conseguiu uma importante bolsa de estudos por causa de sua auto-confessada incapacidade de se aplicar aos estudos. Mesmo assim, o seu talento como matemático conquistou o Christ Church Mathematical Lectureship, em 1855, que ele manteve por 26 anos. Apesar da infelicidade inicial, Dodgson permaneceu na Christ Church até sua morte.

Literatura

Dodgson começou a escrever poemas e histórias curtas bem cedo, colaborando bastante para a revista da família, Mischmasch, e mais tarde publicando em outras revistas, alcançando um sucesso moderado. Entre 1854 e 1856, seu trabalho apareceu em publicações nacionais, The Comic Times e The Train, e também em pequenas revistas como Whitby Gazette e Oxford Critic. A maior parte de seu trabalho era humorística, às vezes satírica, mas ele era exigente, dizendo que ainda não tinha publicado nada realmente digno de publicação.

Em 1856, publicou pela primeira vez utilizando o nome que o tornaria famoso. Um poema romântico chamado “Solitude” apareceu em The Train sob a autoria de “Lewis Carroll”. Este pseudônimo é uma brincadeira com seu nome verdadeiro: Lewis é a forma anglicana de Ludovicus, que por sua vez é a forma latina para Lutwidge; e Carroll é um sobrenome irlandês similar ao nome latino Carolus, de onde derivou o nome Charles.

No mesmo ano de 1956, um novo Reitor, Henry Liddell, chegou em Christ Church, trazendo sua família, a qual participaria bastante da vida de Dodgson e influenciaria seu trabalho. Charles Dodgson se tornou amigo íntimo da esposa de Liddell, Lorina, e de seus filhos, especialmente as três irmãs: Lorina, Edith e Alice. Por muitos anos foi amplamente assumido que sua “Alice” foi baseada em Alice Liddell. Colaborou com isto o fato de o acróstico no final de Através do Espelho soletrar seu nome, e que há muitas referências superficiais a ela ocultas em ambos os livros. Dodgson negou que tivesse se baseado em qualquer criança real para escrever sua heroína, e frequentemente dedicou seus trabalhos a outras crianças que conhecia, adicionando seus nomes a acrósticos no início dos textos.

Embora as fontes de informação sejam escarssas (os diários de Charles dos anos 1858 a 1862 estão perdidos), parece claro que sua amizade com a família Liddell foi importante, e ele adquiriu o hábito de levar as crianças (primeiro o garoto, Harry, depois as três irmãs) para remar, junto com um amigo adulto.

Foi em um desses passeios, em 4 de julho de 1962, que Dodgson esboçou a história que seria seu maior sucesso comercial. Ele contou a história e Alice implorou que ele a escrevesse, então, depois de muita procrastinação, ele presenteou a garota com um manuscrito ilustrado intitulado Alice’s Adventures Under Ground, em novembro de 1864.

Antes disso, a família de um amigo e mentor, George MacDonald, leu o manuscrito incompleto, e as crianças gostaram tanto que isto encorajou Charles a publicar a história. Em 1863, ele levou o manuscrito incompleto para o editor Macmillian, que gostou imediatamente da história. Depois que os títulos alternativos Alice Among the Fairies e Alice’s Golden Hour foram rejeitados, o trabalho foi finalmente publicado como Alice’s Adventures in Wonderland em 1865, sob a autoria de Lewis Carroll, que Dodgson já tinha usado nove anos antes. As ilustrações foram feitas por Sir John Tenniel, pois Charles acreditava que um livro publicado merecia as habilidades de um ilustrador profissional.

O sucesso esmagador do primeiro livro de Alice mudou a vida de Dodgson de várias maneiras. A fama de seu alter-ego “Lewis Carroll” logo se espalhou pelo mundo. Ele foi inundado com cartas de fãs e recebeu atenções por vezes indesejadas. De acordo com um boato popular, a própria Rainha Vitória gostou tanto do livro que sugeriu que o próximo fosse dedicado a ela. Ele também começou a ganhar muito dinheiro, mas continuou em seu posto em Christ Church.

No final de 1871, uma sequência – Through the Looking-Glass and What Alice Found There – foi publicada. O clima mais sombrio da história reflete as mudanças na vida de Dodgson. Seu pai faleceu em 1868, Charles entrou em depressão e demorou alguns anos para se recuperar.

Últimos anos

Durante os últimos vinte anos de sua vida, apesar da fama e riqueza crescentes, pouca coisa mudou. Ele continuou lecionando em Christ Church até 1881, e morou lá até sua morte. Seu último romance, Sylvie and Bruno, com dois volumes, foi publicado em 1889 e 1893, respectivamente, mas não atingiu nem de longe o sucesso de Alice.

Ele morreu em 14 de janeiro de 1989, na casa de sua irmã, de gripe e pneumonia, duas semanas antes de completar 66 anos.

Pedofilia?

A amizade de Dodgson com jovens meninas e a leitura psicológica de seu trabalho – especialmente suas fotografias de garotas nuas ou semi-nuas – levaram à especulação de que ele era pedófilo, mesmo que fosse um pedófilo reprimido e celibatário. Aparentemente, Charles convenceu muitos de seus amigos que seu interesse por crianças nuas era livre de erotismo, mas as gerações seguintes duvidaram disso.

Alguns biógrafos discutem que Dodgson quis casar com Alice Liddell quando ela tinha 11 anos, e que esta foi a causa da inexplicada briga com a família em junho de 1963. No entanto, nunca houve evidência suficiente para validar o fato. E, em 1996, a descoberta de algumas partes de diários perdidos indicam que o mais provável foi que a briga não teve nada a ver com Alice, mas talvez com rumores envolvendo sua irmã mais velha Lorina (com 14 anos na época), sua governanta, ou até sua mãe.

Alguns escritores evitam classificar Dodgsono como pedófilo, mas concordam que ele tinha uma paixão por crianças do sexo feminino e quase nenhum interesse pelo mundo adulto.

Trabalhos literários

  • La Guida di Bragia, a Ballad Opera for the Marionette Theatre (around 1850)
  • A Tangled Tale
  • Alice’s Adventures in Wonderland (1865)
  • Facts
  • Rhyme? And Reason? (também publicado como Phantasmagoria)
  • Pillow Problems
  • Sylvie and Bruno
  • Sylvie and Bruno Concluded
  • The Hunting of the Snark (1876)
  • Three Sunsets and Other Poems
  • Through the Looking-Glass, and What Alice Found There (inclui “Jabberwocky” e “The Walrus and the Carpenter“) (1871)
  • What the Tortoise Said to Achilles

Trabalhos matemáticos

  • A Syllabus of Plane Algebraic Geometry (1860)
  • The Fifth Book of Euclid Treated Algebraically (1858 and 1868)
  • An Elementary Treatise on Determinants, With Their Application to Simultaneous Linear Equations and Algebraic Equations
  • Euclid and his Modern Rivals (1879), estilo literário e matemático
  • Symbolic Logic Part I
  • Symbolic Logic Part II (publicação póstuma)
  • The Alphabet Cipher (1868)
  • The Game of Logic
  • Some Popular Fallacies about Vivisection
  • Curiosa Mathematica I (1888)
  • Curiosa Mathematica II (1892)
  • The Theory of Committees and Elections, coletado, editado, analisado, e publicado em 1958, por Duncan Black

Rick Riordan

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Sobre o nascimento de Percy Jackson

Para Rick Riordan (5 de junho de 1964), contar uma história a seu filho mais velho na hora de dormir foi apenas o início de uma jornada ao mundo dos livros infantis.

Riordan, então professor, já era um autor premiado de romances policiais para adultos quando seu filho Haley lhe pediu que contasse, na hora de ir para a cama, histórias sobre deuses e heróis da mitologia grega. “Dei aulas de mitologia grega por muitos anos no ensino fundamental, então fiquei feliz em poder atender ao pedido dele”, explica o autor. “Quando eu já não conhecia outros mitos, (Haley) ficou desapontado e perguntou se eu não poderia criar alguns com os mesmos personagens.”

Haley tinha acabado de ser diagnosticado com dislexia e transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), e as narrativas de mitologia grega eram um dos poucos assuntos que interessavam o menino, naquela época no terceiro ano do ensino fundamental. Estimulado pelo pedido do filho, Riordan inventou rapidamente o personagem Percy Jackson e lhe contou todas as aventuras dele “para recuperar, nos Estados Unidos dos dias de hoje, o raio-mestre de Zeus”. Como conta seu criador, “levei três noites para contar toda a história, e, quando terminei, Haley disse que eu deveria escrever um livro.”

Apesar de seus horários apertados, Riordan conseguiu se organizar e obter algum tempo em meio à rotina para escrever o primeiro livro da série Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios. Em homenagem ao filho, deu a Percy características familiares.

“Fazer Percy com TDAH e disléxico foi minha maneira de honrar o potencial de todas as crianças que conheço nessa situação. Não é ruim ser diferente. Às vezes, ser diferente é a marca de ser muito, muito talentoso. E foi o que Percy descobriu sobre si mesmo em O ladrão de raios.”

Biografia

Nascido e criado em San Antonio, no Texas, Rick Riordan começou a escrever na juventude. Escrevia contos, enviados para publicação sem sucesso, e editava o jornal da escola. Naquela época, ele não levava a sério o trabalho de escritor – o que só aconteceu depois de se formar na faculdade e começar a lecionar em São Francisco, na Califórnia.

Apesar do sucesso com os romances detetivescos para adultos, Riordan sempre pensou em escrever para crianças: “No passado, quando eu dava aulas e escrevia histórias de mistério e suspense para adultos, meus alunos costumavam me perguntar por que eu não escrevia para crianças”, conta. “Eu nunca tinha uma boa resposta. Levou certo tempo para eu entender que eles tinham razão. As crianças eram os leitores que eu melhor conhecia.”

Jovens leitores – além de resenhistas, livreiros, bibliotecários e educadores – concordam. O site de resenhas Kirkus afirmou que O ladrão de raios é “uma narrativa de aventura de compasso desenfreado que questiona as realidades de nosso mundo, da família, da amizade e da lealdade”. A revista Publishers Weekly chamou o segundo livro da série, O Mar de Monstros, de “uma sequência mais forte do que o impressionante livro de estreia”, com “humor, inteligência e ritmo de quem entende do assunto”. Os cinco títulos receberam elogios e prêmios, e O ladrão de raios foi transformado em filme.

Por mais claro que seja que o autor tem jeito para escrever para jovens leitores, ele admite que a tarefa não é tão diferente de escrever para adultos. “Acho que crianças querem o mesmo que adultos quando se trata de um livro: uma história de ritmo rápido, personagens dignos de nossa consideração, humor, surpresas e mistério”, diz ele. “Um bom livro leva você a sempre fazer perguntas e o mantém virando as páginas para encontrar as respostas.”

Para poder se dedicar à escrita, recentemente e ainda “relutante”, Riordan tomou a decisão de deixar as salas de aula, uma carreira que adorava. Mas mantém um pé na educação, ao fazer apresentações em escolas por todos os Estados Unidos e mesmo pela Europa. “Amo dar aulas. Amo trabalhar com crianças… talvez algum dia eu volte às salas de aula”, conclui. “Não posso dizer que não voltarei, mas, por ora, os livros têm me deixado muito ocupado.”

Obras

Série Percy Jackson e os Olimpianos

  • O Ladrão de Raios
  • O Mar de Monstros
  • A Maldição do Titã
  • A Batalha do Labirinto
  • O Último Olimpiano

Livros Complementares

  • Os Arquivos do Semideus
  • Semideuses e Monstros
  • The Ultimate Guide

Série As Crônicas dos Kane

  • A Pirâmide Vermelha
  • O Trono de Fogo
  • A Sombra da Serpente (Será lançado em 01 de Outubro de 2012 no Brasil)

Livro Complementar

  • Survival Guide

Série Os Heróis do Olimpo

  • O Herói Perdido
  • O Filho de Netuno
  • A Marca de Atena – (Será lançado em 02 de Outubro de 2012 nos EUA)

Livro Complementar

  • Os Diários do Semideus – (Será lançado em 14 de Agosto de 2012 nos EUA)

Série The 39 Clues
Rick Riordan é o criador da coleção The 39 Clues. A série é publicada no Brasil pela editora Ática. Apenas o primeiro e o último livro da série foram escritos por Rick Riordan. A série é composta pelos seguintes livros:

  • The Maze of Bones (O Labirinto dos Ossos)
  • One False Clue (Uma Nota Errada)
  • The Sword Thief (O Ladrão de Espadas)
  • Beyonde The Grave (Além do Túmulo)
  • The Black Circle (O Círculo Negro)
  • In Too Deep (Nas Profundezas)
  • The Viper’s Nest (O Ninho de Cobras)
  • The Emperor’s Code (O Código do Imperador)
  • Storm Warning (Aviso de Tempestade)
  • Into the Gauntlet (O Último Desafio)
  • Vespers Rising (Ascensão dos Vespers)

Série Tres Navarre

  • Big Red Tequila (Tequila Vermelha)
  • Widower’s Two-Step (Etapa Mundinho de Dois)
  • The Last King of Texas (O Último Rei do Texas)
  • The Devil Went Down to Austin (O Diabo Desceu a Austin)
  • Southtown (Southtown)
  • Mission Road (Estrada Missão)
  • Rebel Island (Ilha Rebelde)

Cold Springs
Cold Springs é o único livro de Rick Riordan que não virou série. Assim como a série Tres Navarre, é um livro adulto de mistério.

Patrick Rothfuss

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Na parte de Literatura do Fórum Valinor, existe um projeto chamado Autor da Semana, onde os usuários indicam um autor de sua preferência e uma enquete decide qual será o da semana. O usuário que indicou o autor é responsável por abrir um tópico sobre o mesmo. Eventualmente, o autor que eu indico é escolhido.

Patrick Rothfuss (6 de junho de 1973) teve a boa sorte de nascer em Wisconsin, onde os longos invernos e a falta de TV a cabo fizeram surgir um amor por leitura e escrita. Sua mãe lia para ele quando era criança e seu pai o ensinou a construir coisas. Se você quer conhecer as raízes do trabalho de Patick, procure nesta época.
Enquanto crescia, Pat não era muito aplicado e não exercitava todo seu potencial. Mas, mesmo que ele não fizesse nada de útil, seua pais ainda o amavam. Eles também o encorajavam, mas de uma maneira geral, pois Patrick não tinha nenhum talento aparente.

No colegial, Pat gostava das “ciências difíceis”, por isso começou a faculdade de engenharia química. Mas ele logo a abandonou e decidiu se dedicar à psicologia clínica. Acabou abandonando este ramo também e admitiu que não tinha idéia nenhuma do que gostaria de fazer, então mudou seu curso para “não declarado”, embora tenha ficado mais de três anos na faculdade.

Nos próximos seis anos, Pat foi um estudante itinerante, trabalhando em três locais diferentes e estudando tudo o que o interessava: filosofia, história medieval, teatro oriental, antropologia, sociologia… Depois de nove anos como graduando, Pat foi forçado, pela polítia da universidade, a completar sua graduação… em inglês.
Enquanto estava na faculdade, Patrick descobriu que tinha habilidade para escrever. Escreveu poesia para uma série literária local, uma coluna satírica de conselhos para o jornal local, e scripts para um programa de comédia de uma rádio. Dois meses antes de se graduar, Pat finalmente terminou um projeto em que estava trabalhando há seta anos: uma história gigantesca sobre um homem chamado Kvothe.

Depois de dois sofridos anos na pós-graduação, Patrick voltou como professor à universidade que tinha aprendido a amar como estudante. Durante este tempo, seu livro foi rejeitado rudemente por todos os agentes do universo. Em 2002, um trecho do livro, disfarçado de conto, ganhou o primeiro lugar no concurso “Writers of the Future”. A história, “The Road to Levinshir”, foi publicada no volume 18 da antologia do concurso e o levaram para um workshop de escritores em LA.

Foi neste workshop que Pat conheceu Kevin Anderson e seu agente, Matt Bialer. Eventualmente, Kevin apresentou a Patrick sua amada editora, Betsy Wollheim, presidente da Daw Books.
E foi assim que “O Nome do Vento” nasceu.

Pat continua morando em Wisconsin. Ainda não tem tv a cabo, e os longos invernos o forçam a ficar em casa e escrever. Ele ainda é professor na universidade onde estudou, e atua como conselheiro para os clubes “College Feminists” e “Fencing Club”. Quando não está lendo ou escrevendo, Pat gasta seu tempo jogando video game, organizando simpósios em casa, e brincando de alquimista no porão.
Ele ama o mundo e os personagens que criou, e ama o fato de que as pessoas têm a chance de conhecê-los.

A Crônica do Matador do Rei

A série se retrata a biografia do famoso músico, mago e aventureiro chamado Kvothe. Após ganhar notoriedade ainda jovem, ele desaparece da vida pública e é eventualmente rastreado até a hospedaria Marco do Percurso por Devan Lochees, que é conhecido como “o Cronista”. O Cronista o convence à contar a história de sua vida o que, segundo Kvothe, levará três dias. Entretanto a história de Kvothe é frequentemente interrompida por interlúdios ambientados no “dia atual” da história, durante os quais se torna claro que os faerie, conhecidos pelos locais como demônios, estão aparecendo com frequencia incomum. Ao mesmo tempo, o amigo e aprendiz de Kvothe, Bast, não quer deixar que o Cronista registre tudo o que está sendo narrado. Fica implícito que Kvothe não é um narrador confiável.
A história, portanto, possui dois níveis: Kvothe conta a história da sua vida através de narrativa em primeira pessoa, ao mesmo tempo ocorrem eventos no “tempo presente” que indicam que sua história não está completa. Os três livros são apenas divisões na mesma narrativa, nenhum deles ficando isolados na história.

Livros publicados:
O Nome do Vento – Dia Um
O Temor do Sábio – Dia Dois

Especula-se que o terceiro livro irá se chamar “The Doors of Stone”.

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Fonte: http://www.patrickrothfuss.com/

The Rains of Castamere

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(The National)

And who are you, the proud lord said,
that I must bow so low?
Only a cat of a different coat,
that’s all the truth I know.
In a coat of gold or a coat of red,
a lion still has claws,
And mine are long and sharp, my lord,
as long and sharp as yours.
And so he spoke, and so he spoke,
that lord of Castamere,
But now the rains weep o’er his hall,
with no one there to hear.
Yes now the rains weep o’er his hall,
and not a soul to hear.

Minha estante

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Demorei umas 3 horas pra montar esse trem, e ainda ficou meio bamba. Mas, como eu não conseguia apertar mais, ficou assim mesmo =P

Aí distribui o peso de modo que ela não ficasse tão bamba, ou seja, os mais pesado embaixo. Resultado:

 
 

Bicuço, Maggy e Snoopy

Obviamente, os Harry Potter que faltam estão emprestados. O Menino do Pijama Listrado também. Algumas coisas estão deitadas porque meus bibliocantos ainda não chegaram.

Promoção Especial: Feios (Scott Westerfeld)

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Republicação de Blablabla Aleatório:

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CORRÃO!!1!