Masquerade!

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The Phantom Of The Opera

Masquerade!
Paper faces on parade
Masquerade!
Hide your face,
so the world will
never find you!

Masquerade!
Every face a different shade
Masquerade!
Look around –
there’s another
mask behind you!

Flash of mauve
Splash of puce
Fool and king
Ghoul and goose
Green and black
Queen and priest
Trace of rouge
Face of beast

Faces
Take your turn, take a ride
on the merry-go-round
in an inhuman race

Eye of gold
Thigh of blue
True is false
Who is who?
Curl of lip
Swirl of gown
Ace of hearts
Face of clown

Faces
Drink it in, drink it up,
till you’ve drowned
in the light
in the sound

Masquerade!
Grinning yellows,
spinning reds
Masquerade!
Take your fill –
let the spectacle
astound you!

Masquerade!
Burning glances,
turning heads
Masquerade!
Stop and stare
at the sea of smiles
around you!

Masquerade!
Seething shadows
breathing lies
Masquerade!
You can fool
any friend who
ever knew you!

Masquerade!
Leering satyrs,
peering eyes
Masquerade!
Run and hide –
but a face will
still pursue you!

New York, New York

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Frank Sinatra

Start spreading the news,
I’m leaving today
I want to be part of it,
New York, New York

These vagabond shoes
Are longing to stray
Right through the very heart of it,
New York, New York

I wanna wake up in a city
That doesn’t sleep
And find I’m king of the hill,
Top of the heap

These little town blues
Are melting away.
I’ll make a brand new start of it,
In old New York.

If I can make it there,
I’ll make it anywhere.
It’s up to you,
New York, New York.

New York, New York.
I want to wake up in that city
That never sleeps
And find I’m a number one
Top of the list,
King of the hill,
A number one.

These little town blues
(all) melting away.
I’m gonna make
A brand new start of it
In old New York.

And if I can make it there,
I’m gonna make it anywhere.
It’s up to you,
New York,
New York!
New York!!

Disparada

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R.I.P. Jair Rodrigues

Compositor: Geraldo Vandré

Prepare o seu coração prás coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar
Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo, a morte e o destino, tudo
Estava fora do lugar, eu vivo prá consertar

Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
Não por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porém por necessidade
Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu

Boiadeiro muito tempo, laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
As visões se clareando, até que um dia acordei

Então não pude seguir valente em lugar tenente
E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente
Se você não concordar não posso me desculpar
Não canto prá enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar

Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém, que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu querer ir mais longe do que eu

Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
Já que um dia montei agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte num reino que não tem rei

Best for Last

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Adele

Wait, do you see
My heart on my sleeve?
It’s been there
For days on end and
It’s been waiting for you
To open up
Just you baby, come on now
I’m trying to tell you just how
I’d like to hear the words
Roll out of your mouth finally
Say that it’s always been me

This made you fell the way
You’ve never felt before
And I’m all you need
And that you never want more
Then you’d say all
Of the right things
Without a clue
But you’d save
The best for last
Like I’m the one for you

You should know
That you’re just a temporary fix
This is not rooted with you
It don’t mean that much to me
You’re just a filler in the space
That happened to be free
How dare you think
You’d get away
With trying to play me

Why is it everytime
I think I’ve tried my hardest
It turns out it ain’t enough
Cause you’re still
Not mentioning love
What am I supposed to do
To make you want me properly?
I’m taking these chances
And getting away
And though I’m trying
My hardest you go back to her
And I think that I know
Things may never change
I’m still hoping one day
I might hear you say

I make you feel the way
You’ve never felt before
And I’m all you need
And that you never want more
Then you’d say all
Of the right things
Without a clue
But you’d save
The best for last
Like I’m the one for you

You should know
That you’re just a temporary fix
This is not rooted with you
It don’t mean that much to me
You’re just a filler in the space
That happened to be free
How dare you think
You’d get away
With trying to play me

But, despite
The truth that I know
I find it hard to let go
And give up on you
Seems I love the things you do
Like the meaner you treat me
The more eager I am
To persist
With this heartbreak
And running around
And I will do unitl I
Find myself with you

And make you feel a way
You’ve never felt before
And be all you need
So that you never want more
Then we’ll say all
Of the right things
Without a clue
And you’ll be the one for me
And me the one for you

Águas de Março

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Tom Jobim e Elis Regina

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É um pingo pingando, é uma ponta, é um ponto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

Pau, -edra, -fim, -inho,
-esto, -oco, -ouco, -inho,
-aco, -idro, -ida, -ol,
-oite, -orte, -aço, -zol

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

~~~~

Porque esta música só faz sentido no Rio de Janeiro =P

Tudo bem

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Lulu Santos

Já não tenho dedos pra contar
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
Ou quantas atirei
Tanta farpa tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é “so easy” se viver

Hoje eu não consigo mais me lembrar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de incompreensão
Eu já deixei
Tantos bons quanto maus motivos
Tantas vezes desilusão
Quase nunca a vida é um balão

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
É encostar no seu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem

Já não tenho dedos pra contar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de incompreensão
Eu ja deixei
Tanto bons quanto maus motivos
Tantas vezes desilusão
Quase nunca a vida é um balão

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
É encostar no seu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem